• Danilo Fialho

Sabia que existem doenças bucais causadas por fungos?




Sim, é verdade e uma bem comum é a candidíase oral, causada pelo Fungo Candida Albicans, conhecida popularmente como ‘’sapinho’’.

Esse é um fungo presente na flora bucal, vaginal e ainda pode ser encontrado em outras partes do nosso corpo e que vive em equilíbrio, não sendo um problema para pessoas que estão saudáveis. Mas, quando existe um desequilíbrio da saúde, o fungo se manifesta de forma patológica e começa a se proliferar, levando a alguns sintomas clínicos não só na área onde se iniciou a doença, mas de forma sistêmica e podendo colocar em risco a vida do paciente.


Fique atento aos sinais da candidíase oral e cuide da sua imunidade!


Por conta disso, podemos dizer que a queda na imunidade é a principal causadora do problema. Essa natureza oportunista e a patogenicidade da Candida Albicans fazem com que bebês, crianças, portadores de doenças crônicas e idosos sejam os mais afetados, já que a doença está muito ligada ao quadro de deficiência imunológica, ou seja, pessoas com baixa resposta imunológica ou comprometimento imunológico.


O sintoma principal da candidíase bucal e que ajuda a detectar com facilidade é o aparecimento de placas ou porções de cor esbranquiçada e proeminentes que no início se manifestam na língua e na parte interna das bochechas, podendo proliferar posteriormente para as gengivas, as paredes laterais e superiores da boca e da garganta. Estas lesões caracterizam-se por ter um aspecto cremoso ou uma aparência similar à de um iogurte espesso.


A candidíase oral pode atacar órgãos vitais!


Debaixo desta placa esbranquiçada, encontra-se uma língua inflamada, avermelhada e irritada que provoca incômodo e que pode ocasionar um sangramento leve quando se esfregam as lesões ou escovam os dentes. Além disso, a candidíase oral também tem como sintomas secura bucal e o possível aparecimento de fissuras, rachaduras ou fendas nos cantos da boca e nos lábios. Em adultos, sobretudo, costuma gerar uma incômoda sensação de ardor contínuo, tanto na boca quanto na garganta.


Comece por avaliar a região da língua e parte interna da bochecha e, se observar essas alterações, procure um dentista. A doença pode evoluir e atacar órgãos vitais, ocasionando infecções muito sérias e expondo o paciente ao risco de morte.


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