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Prótese mal adaptada em idosos

  • Foto do escritor: Danilo Fialho
    Danilo Fialho
  • 22 de fev.
  • 2 min de leitura



Sabe aquela dentadura que passa mais tempo guardada ou no copo com água do que na boca? Ou aquela prótese que machuca e dificulta a fala e a mastigação do seu familiar?

Como você conferiu no vídeo acima, precisamos desmistificar a maior mentira já contada sobre o uso de dentaduras: a ideia de que "é preciso sentir dor até a gengiva criar calo". Gengiva não cria calo, e forçar o uso de uma prótese mal adaptada pode causar lesões graves, como úlceras traumáticas e infecções.


Principais pontos que abordamos no vídeo:

  • Os perigos de ignorar a dor: Entenda por que a dor aguda e o sangramento nunca fazem parte do processo normal de adaptação.

  • Sinais silenciosos de alerta: Aprenda a identificar problemas na prótese através de ruídos na fala (o famoso "click-clack" ou assobios), mau hálito persistente e mudanças repentinas na dieta (quando o idoso passa a aceitar apenas sopas e purês).

  • O perigo das "gambiarras": Por que você nunca deve tentar consertar ou lixar a prótese em casa com ferramentas improvisadas (nada de lixa de unha, canivete ou cola!).

  • Cuidados essenciais: Dicas práticas de higiene correta (usando sabão neutro e escova própria, nunca pasta de dente comum) e a importância de dar um descanso para a boca durante o sono.


Lembre-se: a verdadeira adaptação envolve apenas uma estranheza inicial, não sofrimento. Dignidade é conseguir comer e sorrir sem dor! Não force seu idoso a sofrer em nome da estética.


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